Italiano afirma ter encontrado a Torá mais antiga do mundo

Mauro Perani, professor de hebraico da Universidade de Bolonha, na Itália, afirmou, na última quarta-feira, 29, que encontrou a Tora completa mais antiga do mundo, datada entre os anos de 1155 e 1225.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Rolo da Torá mais antiga do mundo. A obra data do século XII e está na biblioteca da Universidade de Bolonha, na Itália.

O rascunho estava na biblioteca da universidade havia mais um século e pesquisadores imaginavam que a obra datava do século XVII. “Um judeu que era bibliotecário na universidade examinou o rolo em 1889 e o catalogou escrevendo ‘século XVII seguido de um ponto de interrogação’”, disse Perani à Reuters.

Na preparação de um novo catálogo de obras judaicas da universidade, Perani suspeitou que o bibliotecário realmente não havia reconhecido a idade do rolo corretamente. “Eu percebi que o estilo de escrita era muito mais velho que o século XVII, então eu consultei outros especialistas”, contou.

O rolo da Tora tem 36 metros de cumprimento e 64 centímetros de altura e está divido em 58 seções. Contém grafias e formatos de escrita que não eram utilizados por copistas judeus no século XVII e foi escrito em couro de cabra.

Após consultar outros especialistas, Perani levou o rolo para a Universidade de Salento, no sul da Itália e, junto com pesquisadores da Universidade de Illinois, nos EUA, submeteram amostras da Torá a testes de carbono-14 para definir sua datação, que foi definida entre a segunda metade do século XII e o início do XIII.

A Torá, também conhecida como Pentateuco, consiste nos livros de Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. A versão completa mais antiga datava do século XIII.

http://portugues.christianpost.com/news/italiano-afirma-ter-encontrado-a-tora-mais-antiga-do-mundo-16829/

Achado arqueológico agita debate sobre o reino de Davi

Arqueólogos em um site polêmico no vale de Elah terça-feira anunciou uma descoberta que deve continuar a agitar o debate acadêmico sobre a veracidade histórica da Bíblia.
Dois recipientes pequenos, um de argila e um de pedra, descobertos em Kuttamuwa perto de Beit Shemesh, acredita-se ser a primeira evidência de sempre arqueológico de Judeia ritual datado do tempo de David, sobre o século 10 a.C.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Além disso, os modelos lembram a descrição do Templo de Salomão no livro bíblico dos Reis, diz o chefe da expedição Universidade Hebraica de Tel Qeiyafa, Yossi Garfinkel Prof, e seu colega da Autoridade de Antiguidades de Israel, Sa’ar Ganor.
A ruína conhecida como Khirbet Qeiyafa, sobre uma escarpa rochosa com vista para o vale de Elah em planícies ocidentais de Israel, contém restos de uma cidade murada que datam de 3.000 anos. Originalmente, as paredes subiu para uma altura de cerca de seis metros. Ao longo das paredes, que estão ainda três metros de altura em alguns lugares, os arqueólogos descobriram os restos de 99 habitações.
Segundo Garfinkel, Kuttamuwa é a primeira prova da existência de um governo regional durante o tempo de Davi. Esta evidência é um importante pedido reconvencional para os estudiosos que dizem que o reino de Davi era nada mais do que uma aldeia povoada meagerly na área de Jerusalém. Esses estudiosos, conhecidos como minimalistas, dizer que, na ausência de extra-bíblica apoio, representação da Escritura do reino de Davi como grande e poderoso não pode ser aceite.
Os maximalistas, no entanto, que aceitar a validade da descrição bíblica, vista Kuttamuwa como a primeira prova de sua alegação de que reino de Davi teria sido tão grande quanto a Bíblia diz que era.
Garfinkel assume uma posição intermediária, a ele, Kuttamuwa mostra a existência de um reino regional que incluía Jerusalém, Hebron e as baixas em torno de Khirbet Qeiyafa.
Garfinkel disse a repórteres que as caixas, 20 e 35 centímetros de altura, e que eles acreditam símbolos contidos de uma divindade, são importantes porque são “idênticos ao objeto a Bíblia chama de” arca do Senhor. “
As embalagens deste tipo, que parecem santuários modelo, são conhecidas por arqueólogos de outros sites, mas Garfinkel diz que as descobertas Kuttamuwa são únicos porque revelam motivos conhecidos a partir da descrição bíblica do Templo de Salomão.
O recipiente de argila apresenta uma abertura decorada flanqueado por leões e dois pilares que Garfinkel afirma recordar “Boaz e Yachin” – pilares que ladeavam o Templo de Salomão, de acordo com a Bíblia.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Os arqueólogos descobriram restos de santuários de namoro from o tempo dos primeiros reis bíblicos,   na cidade cerca de 3.000 anos de idade fortificada de Khirbet Qeiyafa, localizado a cerca de 30 quilômetros a sudoeste de Jerusalém, segundo um relatório publicado em livescience.com .
A descoberta revelou três grandes salas utilizadas como santuários, juntamente com os artefatos, incluindo ferramentas, cerâmicas e objetos, como altera associados com o culto.
Os três santuários são considerados parte de um complexo edifício maior, e os artefatos encontrados incluem cinco pedras de pé, dois altares de basalto, dois vasos de libação de cerâmica e dois santuários portáteis, um feito de cerâmica, o outro de pedra.
Os santuários refletir um estilo arquitetônico que remonta tão cedo como o rei Davi.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Garfinkel diz que uma representação de três vigas retas aparece no recipiente de barro, acima do qual há três círculos, bem como um design aparentemente representando a cortina que cobria a entrada do Santo dos Santos.
Acima disso, três pássaros pode ser discernido no telhado, lembrando o sacrifício de aves no Templo.
Segundo Garfinkel, o recipiente de pedra recorda também a descrição da Bíblia do palácio de Salomão e do templo: “E havia vigas em três fileiras, e luz era mais contra a luz em três fileiras” (I Reis 7:4).
O que havia dentro das caixas? Garfinkel e Ganor não acho que houve figurinhas porque não há figuras foram descobertas no local.
Garfinkel diz que acha que esses modelos, que antecedem o Templo de Salomão, mostrar como representações de um santuário de Salomão, como estavam presentes na arquitetura local do antigo Oriente.

ACHADA PROVA DE QUE PRIMEIRO TEMPLO EXISTIU EM JERUSALÉM

A Autoridade Israelense de Antiguidades anunciou a descoberta de um “selo” de mais de 2.000 anos de idade. O selo tem o nome Matanias, que em sua forma original é extremamente semelhante ao do primeiro-ministro de Israel, Netanyahu. O selo foi achado durante escavações perto do Muro das Lamentações, edificação construída para contenção do Templo de Herodes, que foi construída sobre as ruínas do famoso Templo de Salomão.
Sua importância arqueológica é grande dada a importância do local. Especialmente em um período que estudiosos judeus são questionados publicamente por muçulmanos que afirmam que o primeiro templo nunca existiu.

Este slideshow necessita de JavaScript.

A descoberta foi feita perto das ruínas de um edifício que data do final do período do Primeiro Templo. Estava abaixo da base de um antigo canal de drenagem que recentemente ficou exposto nas escavações no Jardim Arqueológico de Jerusalém. Eli Shukron, diretor das escavações da Autoridade Israelense de Antiguidades, disse à imprensa: “O nome Matanias, assim como o nome Natanias, significa “presente para Deus”. Estes nomes são mencionados várias vezes na Bíblia. Tratam-se de nomes típicos no Reino de Judá, durante o final do período do Primeiro Templo – século VIII A.C. até a destruição do Templo, em 586 antes de Cristo”. O nome aparece duas vezes em 1 Crônicas 25, em uma seção com a listagem de nomes hebreus a quem o rei Davi tinha designado para cantar louvores e desempenhar outras funções no Tabernáculo. O selo de cerca de 2 centímetros de cumprimento foi descoberto no chão do antigo edifício. Um padrão de cerâmica comum naquele período também foi encontrado no local. A gravação foi feita em uma pedra semipreciosa e traz em hebraico o nome de seu proprietário: “Lematanyahu Ben Ho…”, que significa: “Pertence a Matanyahu filho de Ho…”). O resto da inscrição está ilegível. 
As pessoas importantes daquele período usavam selos dentro de anéis para assinar cartas como uma marca de identificação pessoal. Encontrar um selo do período do Primeiro Templo, ao pé das paredes no Monte do Templo é algo raro e muito emocionante. Esta é uma identificação indubitável de um homem chamado Matanyahu, que viveu aqui mais de 2.700 anos atrás”, comentou Eli Shukrun. Os arqueólogos haviam decidido que toda a terra desta escavação seria bem peneirada, através de uma técnica conhecida como “peneira molhada” que permite uma identificação mais meticulosa dos materiais restantes. O curioso é que o processo foi realizado com a ajuda de milhares de crianças em idade escolar de todo Israel, no Tzurim Emek National Park. Cerca de 4.500 alunos participaram do trabalho nos últimos meses, bem como outros voluntários. 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Fonte de Pesquisa:

http://www.midiagospel.com.br/noticia/religiao/arqueologos-israelenses-selo-templo-de-salomao

Arqueologia Bíblica – A travessia do Mar Vermelho

Atravessia do Mar Vermelho

AS FRAUDES DA CIÊNCIA

Autor : Matéria extraída de uma ou mais obras literárias. Publicado em : Quinta, 22/07/2010

Maioria dos cientistas já testemunhou abuso ético

A maioria dos cientistas já testemunhou ou se envolveu em casos de infração científica como falsificação de dados ou plágio. É isso que revela um estudo inédito conduzido pelo Simmons College, dos Estados Unidos.

De um total de 2.599 cientistas americanos e canadenses com pesquisas financiadas pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH, na sigla em inglês), 84% disseram já ter presenciado ou participado de infrações científicas.

Dentre os cientistas que participaram direta ou indiretamente de um trabalho com dados fraudulentos, 63% disseram ter tentado intervir para evitar o abuso.

As informações, coletadas por meio de um questionário enviado por e-mail aos cientistas, respondido anonimamente, estão na edição desta quinta-feira (22) da revista “Nature”.

DE CIMA PRA BAIXO

“Na maioria dos casos relatados, as infrações de dados foram conduzidas por um chefe [orientador ou coordenador de pesquisa]. Isso torna difícil uma intervenção por parte dos pesquisadores”, disse à Folha Gerald Koocher, um dos coordenadores da pesquisa.

Ele explica que as intervenções são mais fáceis para cientistas distantes do infrator do que para quem está no mesmo laboratório.

“Em 61 casos, não houve intervenção diante de um erro porque o cientista era um amigo”, conta Koocher.

No topo da lista de infrações cometidas pelos cientistas, estão fabricação ou falsificação de dados, falsa co-autoria de artigo e plágio.

SOLUÇÕES

Segundo Koocher, as estatísticas encontradas nos EUA podem ser generalizadas para Brasil, Austrália e alguns países da Europa que, na opinião dele, possuem uma “cultura científica bastante semelhante”.

Com base na pesquisa, os autores criaram uma espécie de guia de 60 páginas que traz sugestões para os cientistas saberem o que fazer diante de uma pesquisa com dados fraudulentos (www.ethicsresearch.com).

“Mas o guia não faz rodeios e reconhece que nem sempre os pesquisadores conseguirão tomar uma atitude diante de um erro científico”, revela o autor.

A ideia de estudar infrações científicas foi do governo americano, para tentar mapear erros em dados científicos. “Sabemos que os pesquisadores, especialmente nos grandes estudos, podem não checar números e não repetem os estudos”, conta.

Ainda podemos confiar na ciência? Koocher acredita que sim. “A maioria dos cientistas é honesta. Nós temos dados positivos e precisamos descobrir como fazer para melhorar a integridade dos cientistas”, finaliza.

Filme: Teoria da Evolução

Fonte: Jornal Folha de SP, 22/07/2010
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/770762-maioria-dos-cientistas-ja-testemunhou-abuso-etico.shtml

Este artigo é um trabalho compilado.

Como explicar os fósseis de hominídeos e dinossauros à luz da Bíblia?

“O homem veio do macaco”. Não é o que cristãos pensam, mas o que muitas vezes são obrigados a ler ou ouvir desde criança. Livros, revistas e documentários “científicos” apresentam o ser humano dessa forma, igualado ao resto dos animais. Apresentam com tanta naturalidade e segurança que não sentem nenhuma necessidade de explicar por que motivo temos de ser vistos dessa maneira tão longe da posição de dignidade e respeito que Deus nos deu na criação. É como se as idéias de Darwin a respeito da origem do homem fossem verdades irrefutáveis.

Veja o vídeo sobre a temática:

http://www.cacp.org.br